
Hoje aniversário da D. Tété. Esta simpática senhora possui aquilo que podemos chamar um restaurante. Isto se não usarmos, é claro, a definição da ASAE. No quintal de sua casa ela costuma servir-nos belo peixe grelhado acompanhado de fruta pão assada ou, em alternativa, alguns dos típicos pratos são-tomenses.
kkkkkk
Hora marcada: entre a uma e as duas da tarde. Para evitar fazer má figura vamos a meio. Somos os primeiros a chegar.
Por volta das duas começam a chegar os primeiros convivas. Naturalmente. Afinal não se tratava de hora de relógio*. Na mesa os pratos mais variados: calulú, caril de frango, carne estufada, polvo, fuba ou banana cozida. Tirando este último, bem longe das minhas preferências, verdadeiros pitéus.

juuuuuuu
Como é óbvio comeu-se e bebeu-se muito bem. Embora a preocupação da D. Tété fosse o facto de "nós" não termos comido quase nada. Por "nós", entenda-se, os professores e únicos brancos na festa.
kkkkkk
Por fim o inevitável pézinho de dança. Com a actuação ao vivo dos omnipresentes Garrido e Equipsom Master.
Se há coisa que não pode faltar jamais em São Tomé é muita música para dançar.
lll
Acabamos por vir embora sem se cortar o bolo. Isso significava o fim da festa. E essa ainda tinha muitas pernas para andar.
wwww
(Entre os convivas podíamos encontrar, por exemplo, a Ministra da Educação de São Tomé e Príncipe. Aqui depressa aprendemos a encarar com naturalidade estas situações.)
jhjjjj
kkkkk
* O tempo tem duas formas de contagem em São Tomé. Temos a hora normal e a hora de relógio. Quando queremos que algo ocorra à hora exacta convém frisar, insistentemente, de que se trata de hora de relógio. Às vezes resulta...


